quarta-feira, 14 de março de 2012

       
       E D U C A Ç Ã O 
       Um dos assuntos muito discutidos hoje é o caos crescente nas escolas  que consideramos resultante de ações politico-pedagógicas,  forçando muitas vezes à renúncia de regras,  notas, correções, onde professores muitas vezes se tornam vítimas dos próprios alunos. Tenta-se cada vez mais implantar uma pedagogia fundamentada "na técnica, na televisão, no computador, na liberdade total com menosprezo da autoridade". "Escolas onde os professores renunciaram à própria cultura, aboliram a noção de dever, elogiaram a tolerância e o relativismo de todas as verdades e onde não ousam dizer que o mundo foi criado por Deus a partir do nada".  Aliás, escolas onde Deus aos poucos é forçado a sair, para dar lugar a imoralidades, traficantes com suas drogas, implantação do "sexo livre", implantando máquinas de distribuição de camisinhas....  
       Educação nunca se fez com incentivo à promiscuidade. Nesse caso algum outro objetivo deve estar por trás destas tais de maquininhas nas escolas. Educação sempre entendi como, basicamente, orientação, principalmente para a ética e a moral e não como um incentivo à promiscuidade, à ignorância.  Estaria faltando um pouco de discernimento por parte dos governantes: não conseguem distinguir entre escolas e motéis?
"http://www.clicrbs.com.br/anoticia/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&section=Geral&newsID=a2003023.xml"

      Está mais do que na hora para as autoridades tomarem cosciência dessa triste realidade. Infelizmente, assim como toda a história, a Educação parece ter que passar por essa caminhada dialética: as teses antigas, talvez em certos aspectos um pouco rígidas demais, foram substituídas, infelizmente, por teses exageradamente liberais, o que visivelmente está causando um caos, não só nas escolas, mas em toda sociedade. Urge, portanto, que seja estabelecido um equilíbrio, uma síntese.